CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA
Cirurgia Endoscópica
A cirurgia endoscópica é a abordagem moderna para tratar cálculo urinário e problemas da próstata com precisão, segurança e recuperação rápida, porque o seu tempo é valioso.
De volta à sua vida no menor tempo possível. Sem corte.
Conviver com pedra no rim ou com os sintomas de próstata aumentada drena energia, atrapalha o sono e afeta a qualidade de vida de formas que o homem raramente comenta em voz alta.
O problema é real. E tem solução.
A cirurgia endoscópica moderna chegou a um ponto em que o procedimento é muito mais simples do que a maioria imagina: sem corte aberto, com alta rápida e retorno à rotina em poucos dias. Tecnologia de laser de última geração, nas mãos certas, transforma o que parecia um obstáculo em algo simples, que resolve seu problema.
Seja uma pedra no rim que apareceu do nada ou uma próstata que vem atrapalhando o sono há meses, os dois problemas têm algo em comum: solução rápida, sem cirurgia aberta e com recuperação rápida.
-
1
Alta rápida Na maioria dos casos, o paciente recebe alta em 1 a 2 dias e retorna às atividades em menos tempo.
-
2
Menor dor no pós-operatório Menor trauma nos tecidos resulta em um pós-operatório mais confortável e com menos necessidade de analgésicos.
-
3
Acesso por vias naturais Menor trauma nos tecidos resulta em um pós-operatório mais confortável e com menos necessidade de analgésicos.
-
4
Recuperação mais rápida Retorno às atividades cotidianas, ao trabalho e à vida familiar em um período consideravelmente menor comparado à cirurgia tradicional.
O laser é uma tecnologia extremamente relevante na endoscopia urológica. Toda vez que utilizamos a nomenclatura “minimamente invasivo” está implícito que certa técnica é minimamente invasiva em relação a outra. No tratamento de diversas doenças urológicas, vivenciávamos uma realidade anos atrás de procedimentos que necessitavam de cortes e tinham tempo de recuperação prolongado.
Com o advento do laser e suas variantes, foi possível realizar procedimentos endoscópicos que utilizam de estruturas ou caminhos naturais do corpo para o tratamento de diversas doenças. Tratamentos avançados que antes corriqueiramente necessitavam de grandes incisões e cortes evoluíram rumo a corte zero, sem violar nem sequer a pele do paciente. É difícil acreditar que vá existir alguma técnica cirúrgica menos invasiva que essa para qualquer paciente.
Isso foi revolucionário para o tratamento de cálculos urinários e também para o tratamento do crescimento benigno da próstata. Inclusive, é possível combinar a cirurgia endoscópica com outras modalidades cirúrgicas para casos complexos.
Dr. Gustavo Guerrero realizando cirurgia endoscópica para tratamento da próstata.
Quando operar com cirurgia endoscópica
- Hiperplasia prostática benigna (HPB) ou crescimento benigno
- Câncer de bexiga
- Cálculos urinários (pedras nos rins, ureter e bexiga)
- Estenose ou estreitamento de uretra
- Estenose ou estreitamento de colo vesical
- Estenose ou estreitamento da junção ureteropiélica
- Estenose ou estreitamento de ureter
- Divertículos vesicais
- HoLEP Enucleação endoscópica da próstata com Holmium laser
- Thulium:YAG Tratamento endoscópico cirúrgico de cálculos urinários
- Holmium Laser Tratamento endoscópico cirúrgico de cálculos urinários
- Ressecção endoscópica da próstata Tratamento endoscópico do crescimento da próstata
Sim, o câncer de bexiga e de ureter, por exemplo, são neoplasias que têm abordagem endoscópica em estágios iniciais. Para outras doenças malignas do trato urinário, a cirurgia endoscópica pode ser utilizada em combinação com outras abordagens, a depender do caso.
Não. Todo procedimento endoscópico é realizado sob anestesia e você não sentirá nada durante a cirurgia. Por não envolver grandes incisões, a dor pós-operatória é significativamente menor do que na cirurgia convencional.
Compartilhe esta página
Tire suas dúvidas sobre cirurgia endoscópica com urologista em São Paulo.
Entenda se a cirurgia robótica é indicada para o seu caso e tome uma decisão informada com o suporte de um especialista.
Referências bibliográficas
Sandhu JS, Bixler BR, Dahm P, Goueli R, Kirkby E, Stoffel JT, et al. Management of Lower Urinary Tract Symptoms Attributed to Benign Prostatic Hyperplasia (BPH): AUA Guideline Amendment 2023. Journal of Urology [Internet]. 2024 Jan 1 [cited 2026 Apr 1];211(1):11–9. Available from: https://doi.org/10.1097/JU.0000000000003698
